terça-feira, 8 de setembro de 2020

Vencedor x Perdedor - Qual o seu perfil?


Já vimos que, em Cristo, somos mais que vencedores, e que esta garantia de vitória é dada àqueles que aceitam a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Contudo, a vitória é certa, mas não sem uma longa carreira repleta de lutas e obstáculos a serem superados, ou seja, viver com Cristo e ter fé no Senhor não nos isenta dos problemas deste mundo, mas com Ele temos a certeza de que sairemos vencedores.


Sabendo que a vitória é certa, como vamos nos comportar? Seguiremos firmes enfrentando os desafios, pondo a mão no arado e nos valendo das arma espirituais, ou iremos cruzar os braços e relaxar? O fato de Jesus ter vencido por nós não significa que ficaremos paralisados e acomodados diante das circunstâncias — a certeza da vitória não nos retira do campo de batalha, por isso precisamos assumir o compromisso de sermos vencedores, e ser um vencedor tem um preço. 


Se em Cristo somos mais do que vencedores, por que há tanta gente vivendo vidas derrotadas? Na carreira que nos é proposta, podemos viver já como vencedores, mas assim como um atleta, precisamos também de treino e alimentação; contudo, sem o exercício da oração e o alimento contínuo da Palavra, definhamos na fé e acabamos vivendo como perdedores. Então, será que estamos comprometidos e vivendo uma vida vitoriosa em Cristo? E se não estamos, será que Deus tem culpa disso? Todos nós temos promessas de Deus, e algumas estão condicionadas àquilo que devemos fazer para conquistá-las, mas será que estamos fazendo a nossa parte para alcançar tais promessas? 


Perfil de um perdedor

Os que vivem como perdedores costumam ser negligentes, acomodados, independentes, confiantes nas próprias convicções, indisciplinados, preguiçosos, cheios de si mesmos, egoístas, interessados em satisfações pessoais, descompromissados com as coisas de Deus, estagnados na fé, andam pelo que enxergam, são indecisos, medrosos, quase nada conquistam na vida e tendem a culpar os outros. 


Perfil de um vendedor

Os vencedores já entram na luta sabendo que a vitória é certa, são corajosos, entendem que foram chamados para um propósito, deixam-se serem usados por Deus, contagiam as pessoas ao seu redor, são pacificadores, amantes do bem, estão prontos para servir e dispostos a doarem suas próprias vidas em favor do outro, são obedientes, militam bem na guerra e valem-se das armas que têm à disposição (Ef 6:10-18).


Então, qual é a nossa condição? Em qual dos perfis nos identificamos mais? Estamos assumindo a nossa posição e andando como vencedores ou estamos vivendo de desculpas? Precisamos encarar as lutas e viver como vencedores, mas vencer com Cristo é diferente de vencer no mundo; nascemos para adorar e ter comunhão com Deus, amar ao próximo e cumprir o ministério da reconciliação, mas as vezes nos esquecemos disso. 


Por fim, sobre todas as lutas e dificuldades, Deus quer fazer de nós vencedores, e graças a Deus por Cristo Jesus, que venceu na cruz e pelo qual temos a vitória.


Baseado no sermão do Pr. Antônio Tadeu, domingo, 06 de setembro de 2020, na Igreja Batista Fundamentalista. Texto base: 1Co 9:23-27.


sábado, 29 de agosto de 2020

Uma carreira cheia de obstáculos

 

Seguir a Cristo é fazer parte de uma carreira, uma jornada que contém lutas, desafios e obstáculos a serem superados. Em Cristo, somos mais que vencedores, mas nem por isso estamos isentos de passar por problemas durante essa caminhada.

Pregadores de rosas, preguem os espinhos também.
Quando Jesus falava sobre o caminho, alertava que este era apertado; um caminho estreito e cheio de dificuldades. Neste aspecto, Jesus não enganou ninguém; não criou falsas expectativas para aqueles que queriam segui-lo, mas hoje se prega um evangelho light, cômodo, ausente de sacrifícios e renúncias, e isto tem atraído muita gente — afinal, o ser humano quer isso mesmo; promessas de bênçãos, facilidades e comodidades, mas tão logo surge um aperto, já pensa em cair fora ou desistir.

Vejamos então alguns obstáculos que enfrentaremos nesta jornada:

  • Perseguições
    “Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós”. (Jo 15:20)
  • Tribulações
    “É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus". (At 14:22)
  •  Aflições
    “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. (Jo 16:33)
  • Ódio
    “E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo”. (Mt 10:22)
  • Abandono e rejeição 
    Muitas vezes dentro da própria família. “E assim os inimigos do homem serão os da sua própria casa”. (Mt 10:36)

Todas essas situações fazem parte da vida cristã, e "muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas". (Sl 34:19) 

“Eis que eu estou convosco todos os dias”.
Pelo que não desfalecemos. Na caminhada com Cristo, não estamos sós; o Senhor se prontifica a nos confortar e nos amparar na hora da dor e da angústia: "Não temas, porque eu sou contigo”. 

Não olhe as circunstâncias, olhe pra Jesus. 
Você está certo da sua vitória? Jesus foi firme e seguiu até o fim como bom soldado. Ele é nosso exemplo e modelo, pois se concentrou no alvo, naquilo que Lhe estava proposto, não nas dores e no sofrimento, mas na Sua obra redentora. 

Portanto, olhemos para Cristo e nos espelhemos Nele — ainda não chegamos ao ponto de derramar sangue por amor de Cristo. 

Extraído do sermão do Pr. Antônio Tadeu, domingo, 23 de agosto de 2020, na Igreja Batista Fundamentalista. Texto base: Hb 12:1,4. Outras referências: Mt 8:19-20, 2Co 4:16, Is 41:10, Mt 28:20, Hb 12:4.


segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Mais do que vencedores


A vida não é só de bonança, e mesmo que eu e você tenhamos fé, não estamos isentos dos problemas que assolam o mundo. Podemos, porém, olhar para a Palavra de Deus e entender que ela se cumpre e que Deus está fazendo a Sua vontade. Alguns, olhando para o momento, podem não aceitar, mas nós, independente das circunstâncias, devemos entender que em Cristo somos mais que vencedores. 

Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Alguém já disse que seguir a Cristo é o mais fascinante projeto de vida que alguém pode alcançar; algo como participar de uma competição já sabendo que será o vencedor — e aqui não há suborno. Não é valendo-se de recursos financeiros ou apoiando-se em si mesmo, mas dependendo de Deus e entendendo que o controle está em Suas mãos; é olhando para Cristo e entendendo que Ele é quem nos dá a vitória, e não porque merecemos, mas porque Ele nos amou. 

Mas que fique claro: ter a certeza da vitória não significa ausência de problemas. Cristo não disse que seríamos vencedores porque estaríamos livres das aflições deste mundo. Pelo contrário; aqueles que mais se envolvem com a obra de Deus são justamente os mais perseguidos e afligidos. Temos vários exemplos na Bíblia de homens de fé, fiéis e santos que não ficaram isentos de lutas e tribulações; o apóstolo Paulo foi um que enfrentou toda sorte de perseguição e problemas por causa do evangelho de Cristo. Fome, prisão, açoites, Paulo estava certo que a presença de Deus lhe daria vitória sobre todas estas coisas, mas não sem ser experimentado por elas. 

Com Cristo venceremos as adversidades da vida
Na bonança e na fartura é comum nos sentimos alegres e cheios de nós mesmos, mas é nos momentos de lutas, enfermidades, desemprego, que mais dependemos da graça de Deus e do seu amparo. Certos infortúnios que nos ocorrem são consequências de nossas atitudes e pecados, mas muito do que acontece conosco ocorre com a permissão de Deus para trabalhar em nós as nossas fraquezas e necessidades; para nos colocar no caminho certo, para nos aperfeiçoar, nos fazer amadurecer e progredir. A vida com Cristo é um desafio, e viver a fé tem o seu preço; mas apesar de tudo, temos a certeza de que com Cristo somos mais que vencedores.

Vivemos dias de violência física e verbal, de perdas, dores e incertezas, e as lições que tiramos é que tudo isso pode nos atingir, mas jamais nos derrotarão. Esse é o diferencial daquele que está em Cristo; saber que nada poderá destruí-lo. "Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.” (Rm 14:8). 

Extraído do sermão do Pr. Antônio Tadeu, domingo, 16 de agosto de 2020, na Igreja Batista Fundamentalista. Texto base: Rm 8:31-39. Outras referências: 2Co 4:7-18, 2Co 6:4-5, 2Co 7:5-6.

domingo, 9 de agosto de 2020

Pai é quem cria

 

O verbo criar tem muitos significados: fazer existir, dar origem, gerar, etc. No que se refere aos pais, o significado aponta para o sentido de sustentar, educar, instruir. Deus criou todas as coisas, mas isso não lhe faz pai para você; é preciso que você aceite a Sua paternidade e decida filiar-se a Ele; ao fazer isto, você o reconhece como pai provedor cujos ensinamento lhe são repassados através da Palavra.

Resolvida a paternidade, vem a questão da presença; para uns, Deus é um pai ausente que envia Suas ordens escritas através de terceiros; para outros, Ele é um pai amoroso que está sempre por perto para orientá-los e consolá-los. Essa percepção depende menos do “Eu Sou” e mais do “Tu És”; depende que reconheçamos que sequer o merecemos como pai, como fez o filho pródigo: “Não sou digno de ser chamado teu filho”. Deus é aquele pai que, de longe, enxerga o filho e corre em sua direção, desde que este caminhe na direção Daquele.

Por fim, há pais que não criam os filhos porque não querem, outros porque não podem, mas há também aqueles que são impedidos de criá-los. Portanto, caminhe em direção ao seu Pai, permita-se ser criado por Ele.


sábado, 25 de julho de 2020

Cooperando com a obra de Deus mesmo na crise


A obra de Deus envolve muitos aspectos, mas o que não podemos esquecer é que Deus conta conosco para realizá-la. A pesca maravilhosa, relatada em Lucas 5, apresenta-nos valiosas lições, uma delas diz respeito à necessidade do nosso envolvimento e compromisso com a obra do Senhor. 

Apertado pela multidão, Jesus escolheu um dos barcos que estavam à margem do lago para, de dentro do barco, falar à multidão. Após a pregação, mandou que os pescadores retornassem ao mar e lançassem as redes. Pedro, o dono da embarcação, falou que haviam trabalhado sem sucesso durante toda a noite, mas mesmo assim obedeceu.

A entrega.
Tudo o que temos pertence ao Senhor e deve estar à disposição da Sua obra. O texto mostra-nos mais do que participação e envolvimento, ele fala de entrega. E veja que Jesus não chama desocupados. A pandemia é um momento de crises e mudanças na qual precisamos nos adaptar a uma nova realidade, mas de modo algum trata-se de um período de férias e afastamento da obra de Deus; Jesus conta conosco, com nosso tempo e com nosso talento, em todas as circunstâncias. 

O desafio.
Dispor-se ao serviço do Senhor, é sujeitar-se aos desafios. Sair à pescaria sabendo que “o mar está pra peixe” é muito bom, mas retornar ao mar depois de uma noite inteira sem pegar nada, isso é desafio. E nossa tarefa é essa; lançar as redes é levar a Palavra às almas perdidas. Ele nos chama e precisamos estar dispostos a cooperar com a Sua obra, quer na crise ou na bonança, “a tempo e fora de tempo”.

A obediência.
Muitas vezes rejeitamos as ordens de Jesus, esquecemo-nos de Deus e do nosso compromisso com a Sua obra — "Porque nós somos cooperadores de Deus" (1Co 3:9) — mas se obedecemos e seguimos o comando de Jesus, as bênçãos são presentes. Apesar de cansados, Pedro e seus companheiros foram obedientes e pegaram tanto peixe que precisaram da ajuda de outro barco para trazê-los até a praia.

Agora imagine o estado de frustração daqueles homens; após trabalharem uma noite inteira sem pegar nada, certamente estavam cansados e desanimados, vendo as redes vazias, e, sem pesca, sem receita, então a crise estava lá, e por conta disso, certamente estavam sem nenhum incentivo para continuar trabalhando, mas mesmo com aquela situação, eles foram desafiados. 

Então, este é envolvimento que é requerido de cada um de nós. Que Deus possa nos abençoar e que estejamos assumindo desafios e obedecendo, ganhando almas para o Reino de Deus e assumindo nossas responsabilidades para com o serviço do Senhor.

Extraído da reflexão do Pr. Antônio Tadeu, quarta-feira, 15 de julho de 2020, culto de oração transmitido pela Igreja Batista Fundamentalista. Texto base: Lucas 5:1-11.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Testemunho cristão

“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mt 5:16)
Testemunhar
O verbo testemunhar tem duas vias: de um lado, significa perceber, ver ou presenciar algo; de outro, refere-se ao ato de declarar aquilo que viu, ouviu e presenciou. Quando estiveram com Jesus, os discípulos testemunharam Seus feitos e ensinamentos; após a morte e ressurreição de Cristo, foram então encarregados de repassar aos outros aquilo que viram e ouviram. 

“e sereis minhas testemunhas”.
Todos que se dizem cristãos têm sobre si a responsabilidade de testemunhar de Cristo. Ele nos oferece, além de uma oportunidade de transformação, um propósito para as nossas vidas; fomos chamados não apenas para usufruir dos benefícios da salvação, mas principalmente para sermos testemunhas do Salvador. 

“O justo viverá da fé”.
Antes de pregar o evangelho, é preciso viver o evangelho. Pode alguém testemunhar acerca daquilo que não vivenciou? Dar testemunho de Cristo não é apenas falar sobre fé; é viver a fé. Aquele que está em Cristo deixa as coisas velhas para trás e vive como uma nova criatura; isto é o que ocorre na vida daquele que aceita a Jesus e vive a boa nova do evangelho.

Vitrine de Cristo.
“Não há argumento melhor a favor do evangelho do que uma vida transformada”. A transformação que o evangelho propicia na vida daquele que aceita a Jesus pode falar mais do que palavras eloquentes ou apelos emocionados. “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Rm 8:16)

Alimente-se da Palavra.
O conhecimento é bom, mas a Palavra deve ser alimento. Expressar a Cristo é, sobretudo, demonstrar um exemplo daquilo que estamos falando. E se somos aquilo que comemos, para falarmos de Cristo, devemos não apenas aprender sobre Ele, mas Dele nos alimentarmos, diariamente, por meio da Palavra.

Só Cristo é capaz de mudar uma vida.
O testemunho traz a cada um de nós a credibilidade acerca do que pregamos, não porque somos bons o suficiente, mas por causa do que Cristo fez em nossas vidas, ou seja, não se trata de pessoas perfeitas, mas de pessoas transformadas. 
 
O mau testemunho.
Assim como o nosso testemunho pode levar Cristo às pessoas, podemos também afastá-las com nosso mau testemunho. Se estamos mais ocupados com as coisas terrenas e não vivenciamos aquilo que pregamos — se é que pregamos — parecemos muito mais com o mundo do que com Cristo, contribuindo para afastar pessoas e servindo de pedra de tropeço. 

Portanto: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2Tm 2:15).

Baseado na mensagem dos pastores Antônio Tadeu e Leandro Carvalho, domingo, 07 de junho de 2020, culto transmitido pela Igreja Batista Fundamentalista.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Afaste-se da incredulidade


Jairo era principal entre os judeus, chefe na sinagoga, um homem influente e importante, mas diante de uma situação de dificuldade, prostrando-se aos pés de Jesus, suplicou-Lhe para que fosse à sua casa ver a sua filha que estava à beira da morte. 

Contudo, no percurso até sua casa, chegou-lhe a notícia de que a menina já havia morrido. "Não incomodes o Mestre", disseram-lhe. Mas Jesus interveio e o encorajou: "Não temas, crê somente, e ela será salva". Assim eles seguiram.

Na casa, muitos choravam e se lamentavam. “Não choreis; ela não está morta, mas dorme”, disse-lhes Jesus. Mas as pessoas riram Dele, pois sabiam que a adolescente já estava morta. Jesus então, pondo-os todos fora, pegou na mão da menina, clamou e mandou que ela levantasse. A menina levantou-se e Ele mandou que a alimentassem.

Algumas lições que podemos extrair:

1. A adoração vem antes do milagre.
Jairo prostrou-se aos pés de Jesus, um ato de humildade, rendição e adoração. Curvar-se ao Senhor é mais do que reclinar-se fisicamente, é entregar-se de coração a Deus; é entronizar o Pai e reconhecer a nossa própria insignificância e impotência. Independente da resposta que obteremos do Senhor, antes de tudo, devemos adorá-Lo na beleza da Sua santidade,

2. Por mais difícil que seja a situação, não deixe de crer.
Apertados pela multidão, Jairo caminhava confiante com Cristo. Contudo, sucederam coisas que poderiam tê-lo feito desistir. Além dos problemas que nos cercam diariamente, muitas vezes nos deparamos com imprevistos que tentam nos esmorecer e nos atrasar, tal como ventos contrários que surgem repentinamente para nos desviar do caminho. Como reagiríamos no caso de Jairo, com alguém nos dizendo para desistirmos porque a causa já estava perdida? Jesus, porém, nos encoraja; Ele é a ressurreição e a vida: "Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá".

3. Afaste-se da incredulidade.
Não duvide do poder de Deus. Jairo achegou-se com fé e humildade, mas precisou ter paciência durante a caminhada e perseverança ante a notícia da morte da sua única filha, e ao chegar em casa, ainda encontrou o lugar repleto de pessoas incrédulas que riram e zombaram de Jesus, a única pessoa que estava ali para ajudá-lo. Ou seja, estava tudo contribuindo para o seu fracasso. Mas Jairo não cedeu àquelas influências negativas e, mesmo sendo uma situação constrangedora, acatou a ordem de Jesus e pôs os incrédulos para fora. Livre das influências negativas, pôde enfim contemplar o milagre.

Cristo trouxe a vida, trouxe a solução. Portanto, mesmo que as dificuldades apareçam e cresçam, creia, e não deixe de confiar; Paulo e Silas, presos e açoitados, louvavam e adoravam ao Senhor. Então não ligue para o que os incrédulos estão dizendo; para Jesus, nenhuma causa está perdida. Por fim, não se associe àqueles que estão na incredulidade; mesmo aqueles que, apesar de se dizerem cristãos, têm agido com a descrença em seus corações. Mantenha a sua fé, continue adorando, crendo e confiando. “Se creres, verás a glória de Deus”.

Baseado na reflexão do Pr. Antônio Tadeu, quarta-feira, 03 de junho de 2020, culto de oração transmitido pela Igreja Batista Fundamentalista. Texto base: Lucas 8:40-42;49-56.