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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Vacinação ou teste? CoronaVac reprovada?

Gao Fu, diretor do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China

Associated Press: “Alto funcionário chinês admite que vacinas têm baixa eficácia e misturá-las está entre as estratégias que estão sendo consideradas para aumentar sua eficácia”. Estadão: "Estudo sugere ampliação de intervalo entre doses". CNN Brasil: "Butantan estuda aplicação de 3ª dose da Coronavac". 

Misturar vacinas, aumentar o intervalo entre as doses, aumentar o número de doses, etc. A análise conspiratória que faço dessa situação é que, para variar, a CoronaVac teria sido mais uma patifaria chine$a. Além de ser uma das vacinas mais caras e menos eficientes do mercado, agora querem que tomemos não duas, mas três doses do imunizante para aumentar a sua eficácia? Ora, tá na cara que essa terceira dose não vai sair de graça.

Aumentando o nível conspiratório, podemos imaginar que a CorongaVac é uma vacina 'de goga', e está sendo usada somente para arrancar dinheiro dos trouxas, pois além de ter baixa eficácia, usaria uma tecnologia dispendiosa, lenta e ultrapassada, totalmente inadequada contra o Coronga, um vírus matreiro e passado na casca do alho. Então, não se admire se todos que tomaram as duas doses da vachina tiverem que tomar novamente, talvez mais uma, talvez mais duas doses, mas agora modificada, com upgrade de tecnologia, mais eficazes contra as cepas atuais ou novas variantes. Mas por favor, não confunda essa atualização com a tal implantação de chip, isso é ridículo.

Chegando ao nível revelatório, por fim conseguimos enxergar o óbvio, aquilo que estava o tempo todo diante dos nossos olhos, mas invisível àqueles que dormem: a vacinação em curso no Brasil seria apenas mais uma etapa de testes, e os resultados analisados teriam mostrado que a vachina, infelizmente, foi reprovada. Mas calma, disfarçada de terceira dose, a verdadeira vacina pode estar a caminho.

Se para você, tudo isso é um absurdo, não é sem razão; lembre-se que trata-se de uma análise conspiratória, então releve. Além disso, mesmo nos EUA, onde a vacinação ocorre com a Moderna e a Pfizer, já começa o movimento pela terceira dose do imunizante para prevenir futuras cepas do vírus, que como mencionei, sabe dar os seus pulos para fugir dos imunizantes. Então, por favor, não ache que estou aqui desmerecendo a vacina do bumbum-tantan; eu até já disse que prefiro tomar dela.



sábado, 10 de abril de 2021

Tem salgado na Bom Doce


Ontem eu fiz uma visita rápida à sorveteira Bom Doce, já quase no horário toque de recolher, então o que compartilho aqui são apenas impressões iniciais.

O cardápio foi uma das coisas que mais me chamou a atenção, ao meu ver, um dos atrativos do local; além de super bem produzido e feito em material de ótima qualidade, é bastante diversificado e visualmente é muito agradável. Dá vontade de pedir tudo. Ao contrário do que o nome sugere, o lugar não vende somente doces; há opções de pratos salgados, cafés e até sanduíches, o que pra mim foi uma surpresa.

O atendimento é outro ponto forte, com um eficiente sistema de senhas e um time de meninas super simpáticas e atenciosas. A estrutura física é excelente, com dois espaços (interno e externo), ambiente climatizado, mesas bem distribuídas e decoração agradável e harmoniosa com a proposta do local. É o típico lugar que te faz pensar em voltar muitas vezes. Provei o petit gâteau e gostei, só achei a calda de doce de leite muito doce, mas há outras opções.

Na próxima, pretendo experimentar um waffle. Enfim, fiquei apaixonado. Rs



sábado, 27 de março de 2021

Polícia da Covid

Tempos de crises são também tempos de oportunidades, então não se admire se em breve as pessoas começarem a sugerir que aqueles que recebem o auxílio emergencial passem a prestar algum tipo de serviço comunitário para dar algum retorno à sociedade. Dentre os serviços propostos, anote aí: "um será criado com o objetivo de fortalecer as forças pela vida no combate ao vírus'', disseram as vozes na minha cabeça.

Assim, baseados nas experiências de municípios que teriam obtido êxito na redução de mortes por Covid-19 ao proibirem a circulação de pessoas e fecharem quase tudo, inclusive estabelecimentos essenciais (de forma temporária) como supermercados e postos de gasolina, governadores e prefeitos serão estimulados a colocar essas medidas em prática e alguns buscarão implementá-las de maneira ainda mais rígida e por mais tempo, mas para tanto, precisarão reforçar o efetivo de suas respectivas forças de segurança; como não poderão contratar novos policiais, deverão aproveitar a massa ociosa que perdeu o emprego após a quebradeira provocada pelo trancamento total imposto por eles mesmos. 

E é assim que deverá surgir a "Patrulha pela Vida", ou “Guarda Sanitária” — mas em pouco tempo as pessoas a chamarão de Polícia da Covid — uma espécie de uma força cidadã de repressão às aglomerações e de combate às condutas suspeitas de disseminação de vírus. O efetivo deverá atuar de forma ostensiva em espaços públicos e como reforço na contenção de pessoas que se recusarem a colaborar com os decretos.

Mas fique tranquilo; se você preferir continuar recebendo sem trabalhar, não terá motivos para preocupação; algo assim não costuma ser obrigatório. Você receberá seu benefício mesmo sem se alistar em nenhum serviço; só passará a receber menos.

Imagem: Twitter: Hoje no Mundo Militar - @hoje_no


domingo, 21 de março de 2021

Discurso do governo antes e depois do colapso no RN

Imagens printadas do Blog do BG e Twitter

Percebam aí a estratégia: se o governo antecipa-se ao problema e prepara o serviço de saúde para diminuir o número de mortes e evitar um colapso no sistema, a existência prévia de leitos acaba não gerando ganho político, afinal o governo estaria fazendo apenas o que lhe é devido; e se está fazendo bem, não é mais do que sua obrigação. Entretanto, se forem usadas justificativas para não abri-los previamente, como as alegações de que ampliar o número de UTI's é "enxugar gelo" ou que "estimula as pessoas a aglomerar", cria-se uma reação social negativa que, apesar de rápida e intensa, é momentânea e esvai-se no momento em que a mídia governista entra em ação; a impressão negativa é então empanada pela ação providencial da governadora que, no momento de maior clamor, chega com a providência.

Não estou dizendo que foi o que aconteceu, mas que é essa a minha impressão. E sim, conhecemos o ditado: tempos de crise também são tempos de oportunidades.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

A alta da gasolina e os aplicativos de pagamento


Rapaz, eu tenho uma teoria para esses aumentos sucessivos da gasolina, mas antes de tudo, preparem os chapéus de alumínio. Pois bem, eu acho que essa alta dos preços pode estar ligada a uma estratégia de marketing para promover os meios de pagamento digital, como Picpay, Ame e MercadoPago, por exemplo. Por quê? Como é de conhecimento de todos, está em curso, e não só no Brasil, um processo de estímulo aos pagamentos remotos, seja por cartão de aproximação, Pix, leitura de QR Code, ou coisa parecida; o fato é que, por questões de segurança (segundo dizem), em breve o dinheiro físico deixará de existir. Então, o que vimos com essa escalada de preços dos combustíveis? Em um curto intervalo de tempo, uma enxurrada de gente passou a optar pelos pagamentos via aplicativo como forma obter algum tipo de desconto no abastecimento — o Ame, por exemplo, dá 10% de cashback — e esta foi uma alternativa que muitos consumidores encontraram para tentar para driblar os aumentos e, em muitos lugares, voltar a pagar menos de 5 reais pelo litro da gasolina. 

Então, ao meu ver — e aqui deixo claro que isso é uma especulação minha, pois ainda não li nada a esse respeito — a equipe econômica do governo teria percebido essa estratégia e decidiu intervir na questão substituindo o presidente da Petrobrás por um general do Exército. Por quê? Ora, inflacionar o preço da gasolina desta forma é algo que, apesar de garantir lucro para os acionistas e dinheiro para os cofres públicos, acaba penalizando os menos favorecidos, aqueles que não têm, não podem ou não sabem. Ou seja, é uma forma de transferir recursos dos pequenos para os grandes. Mais uma. E não é à toa que a mudança na presidência da estatal está provocando toda essa reação do mercado financeiro e dos setores progressistas; justamente aqueles que estavam fazendo dinheiro na época em que, enquanto o povão consumia como se não houvesse amanhã e ignoravam os juros da taxa Selic, eles investiam no Tesouro Direto e viam suas fortunas crescerem graças às maravilhas dos juros altos da renda fixa. Não lembra? Teve até mulher de ex-presidente que virou milionária “só vendendo Avon”; mas isso já é outro assunto.

Por outro lado, você certamente pode dizer que a queda nas ações da Petrobrás e sua consequente perda de valor de mercado devem-se ao fato dos acionistas estarem agora vendendo suas ações com receio de que a interferência do governo os faça perder capital ou fazer seu dinheiro render menos. É justo pensar assim, e provavelmente seja a explicação mais lógica, mas a pergunta que me incomoda é: por que a esquerda está se opondo? As críticas, por parte dos liberais, são óbvias, mas se uma possível intervenção nos preços dos combustíveis representa uma medida que beneficiaria os pequenos em detrimento do chamado grande capital, então por que a grita dos inteligentinhos? Se você tem uma resposta, comente aí.

Mas enfim, se o governo pode intervir na política de preços da empresa e segurá-los artificialmente para beneficiar determinados setores, como o de transporte de cargas, isso não significaria que, pelo menos em tese, a sua não interferência possibilitaria que uma alta artificial dos preços poderia ser criada para beneficiar determinados setores, como o das carteiras de pagamento digital? Como eu disse, é tudo viagem de um passador de pano.


domingo, 21 de fevereiro de 2021

Caso Daniel: Somos 70% pela censura?


Analisando todo esse fuzuê envolvendo o caso do Dep. Daniel Silveira, preso por força de um inédito ‘mandado de prisão em flagrante’, é até difícil, para mim, falar sobre esse episódio sem ficar com medo de dizer o que penso. Exagero? Ora, se prenderam um parlamentar — que supostamente teria imunidade para ‘parlar’ — por causa de palavras ditas por ele, ainda que chulas e ofensivas, que garantias tenho eu de que a minha liberdade de expressão estará sendo preservada?

Enfim, falar que a prisão foi ilegal é chover no molhado; qualquer um com capacidade de entendimento e honestidade intelectual é capaz de perceber isso, mas o que assusta é que existe uma parcela significativa da sociedade que não consegue entender, ou o que é pior, prefere ignorar o que está em jogo para tratar do assunto sempre a partir da figura criminosa do deputado e nunca a partir do ato arbitrário do STF.

Ora, se alguém considera normal que um deputado seja preso por crime de opinião, então admite viver sob um regime de exceção, e se acha que o parlamentar merecia mesmo ser preso, então apoia esse regime. 

Assim, baseado nesse raciocínio, e a partir do resultado da votação na Câmara — que manteve o Daniel na cova dos urubus — podemos imaginar que o número de deputados que votaram a favor da suprema ilegalidade representa a fração do parlamento que estaria agora oficializando a tirania da nossa Corte Constitucional: 364/513, ou seja, 70% da Câmara.

Setenta por cento? Acho que já vi esse número antes.

Em meados de 2020, ganhou força nas redes sociais um movimento que supostamente representava a parcela da população que seria a favor da democracia: o ‘Somos 70%’. Para quem não lembra, foi um engodo criado a partir de uma pesquisa que apontou que 33% da população considerava o governo Bolsonaro bom ou ótimo, e isso no mês de maio, no auge da pandemia. Então o que fizeram os inteligentinhos? Somaram os outros percentuais da pesquisa, inclusive os 22% que consideravam o governo regular, e arredondaram o total para cima. O passo seguinte foi criar a hashtag "Somos70porcento" e dizer que esta era a porcentagem da população que defendia a democracia, já que a outra fatia seria a dos apoiadores do ditador, genocida, defensor de tortura, carinhosamente apelidado de Bozo — tamanha a sua periculosidade. Entendeu?

No entanto, assim como o total de 70% do movimento fake foi criado de forma errônea, podemos também concluir que o percentual de 70% na Câmara não reflete exatamente a realidade, pois não podemos taxá-los todos de defensores da ditadura togada apenas por terem arregado nesse episódio. Votar pela prisão de um colega não é praxe no Congresso, pelo contrário, mas quando a questão envolve contrariar ou não a vontade dos Onze, aí a conversa é outra. Ou seja, alguns ali votaram a favor da manutenção da prisão do deputado não porque estariam apoiando a ilegalidade do Supremo, mas talvez por medo (rabo preso), ignorância ou covardia.

O fato é que, nessa votação, o scanner da democracia apontou 364 peças defeituosas precisando de conserto ou substituição no nosso parlamento. O serviço de reparo será em 2022; fique atento.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Varanda Café – ⭐⭐⭐

Gostei, mas com pequenas ressalvas. Não cheguei a conhecer o ambiente interno, pois havia muita gente quando cheguei e não quis aglomerar lá dentro. A parte externa é simpática, mas não é muito atrativa; falta um pouco de aconchego, talvez um cuidado melhor com o jardim. Quanto ao atendimento, não sou uma pessoa exigente, mas achei que deixou um pouco a desejar. Como estava meio complicado ser atendido, fiz o pedido pelo aplicativo, mas não sei por qual motivo, ele não foi registrado, então pedi pessoalmente depois que a moça verificou que o pedido não constava, mas tudo bem, afinal eu não estava com pressa. O expresso pequeno veio acompanhado com um shot de água mineral com gás e um biscoitinho doce com sabor de caramelo; gostei, mas achei a acidez do café um pouco elevada; em compensação, o creme de macaxeira com carne de sol desfiada estava perfeito, uma delícia. Para concluir, só não dou uma estrela a mais por conta dos preços, todavia, mesmo assim, não deixou de ser uma experiência agradável. Pretendo voltar outras vezes.


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A desinformação da mídia e a ideia que somos todos idiotas


Ao entrevistar Ciro Gomes, o jornalista do El Pais inicia dizendo que Bolsonaro, em seu discurso de posse, prometeu livrar o Brasil do socialismo. E pergunta: "o que o senhor entende disso, o que ele quis dizer, num mundo onde o socialismo praticamente não existe mais?".

Mas como assim? Quase um quarto da população mundial vive sob algum tipo de regime socialista. Para citar um exemplo, a China é oficialmente um país socialista, uma república unipartidária governada pelo partido Partido Comunista Chinês, o maior partido do mundo, e que, por coincidência, apoiou a candidatura de Ciro Gomes à presidência nas eleições de 2018.

Ciro responde dizendo que o discurso de Bolsonaro repete um arroubo de palanque que tem como premissa o que ele chama de tragédia contemporânea brasileira, que é a ignorância do nosso povo. "Ele supõe que o nosso povo é burro e incapaz de ajuizar o que seja o socialismo".

Nessa tabelinha, bem ao estilo 'xingue-os do que você é, acuse-os de fazer o que você faz', jornalista e entrevistado tratam o povo como idiotas, sem conhecimento da realidade, pois se valem exatamente da ignorância de que trata o coroné.

Na continuação, o candidato derrotado segue com sua metralhadora giratória disparando para todos os lados. Confira.