quinta-feira, 23 de setembro de 2021
Segunda dose
segunda-feira, 21 de junho de 2021
Primeira dose: check
segunda-feira, 12 de abril de 2021
Vacinação ou teste? CoronaVac reprovada?
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| Gao Fu, diretor do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China |
Associated Press: “Alto funcionário chinês admite que vacinas têm baixa eficácia e misturá-las está entre as estratégias que estão sendo consideradas para aumentar sua eficácia”. Estadão: "Estudo sugere ampliação de intervalo entre doses". CNN Brasil: "Butantan estuda aplicação de 3ª dose da Coronavac".
Misturar vacinas, aumentar o intervalo entre as doses, aumentar o número de doses, etc. A análise conspiratória que faço dessa situação é que, para variar, a CoronaVac teria sido mais uma patifaria chine$a. Além de ser uma das vacinas mais caras e menos eficientes do mercado, agora querem que tomemos não duas, mas três doses do imunizante para aumentar a sua eficácia? Ora, tá na cara que essa terceira dose não vai sair de graça.
Aumentando o nível conspiratório, podemos imaginar que a CorongaVac é uma vacina 'de goga', e está sendo usada somente para arrancar dinheiro dos trouxas, pois além de ter baixa eficácia, usaria uma tecnologia dispendiosa, lenta e ultrapassada, totalmente inadequada contra o Coronga, um vírus matreiro e passado na casca do alho. Então, não se admire se todos que tomaram as duas doses da vachina tiverem que tomar novamente, talvez mais uma, talvez mais duas doses, mas agora modificada, com upgrade de tecnologia, mais eficazes contra as cepas atuais ou novas variantes. Mas por favor, não confunda essa atualização com a tal implantação de chip, isso é ridículo.
Chegando ao nível revelatório, por fim conseguimos enxergar o óbvio, aquilo que estava o tempo todo diante dos nossos olhos, mas invisível àqueles que dormem: a vacinação em curso no Brasil seria apenas mais uma etapa de testes, e os resultados analisados teriam mostrado que a vachina, infelizmente, foi reprovada. Mas calma, disfarçada de terceira dose, a verdadeira vacina pode estar a caminho.
Se para você, tudo isso é um absurdo, não é sem razão; lembre-se que trata-se de uma análise conspiratória, então releve. Além disso, mesmo nos EUA, onde a vacinação ocorre com a Moderna e a Pfizer, já começa o movimento pela terceira dose do imunizante para prevenir futuras cepas do vírus, que como mencionei, sabe dar os seus pulos para fugir dos imunizantes. Então, por favor, não ache que estou aqui desmerecendo a vacina do bumbum-tantan; eu até já disse que prefiro tomar dela.
quinta-feira, 25 de março de 2021
Brasil Covid: 300 mil mortos
terça-feira, 9 de março de 2021
Tratamento precoce
Ao sentir os sintomas:
- não procure tratamento precoce (isso não existe).
- não tome medicação sem comprovação científica (isso é perigoso).
- mantenha-se em isolamento e busque atendimento somente quando (e se) sentir falta de ar.
Agora pegue sua ficha e aguarde a sua vez. "Mas e a vacina?" Vacina é tratamento profilático, não precoce. Próximo!
terça-feira, 2 de março de 2021
CORDEL - CORONGA 2, A MUTAÇÃO
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| Creative Commons Image |
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Por que não tivemos toque de recolher antes?
| Estadão: Ocupação de leitos para covid-19 atinge 100% em Natal e Mossoró |
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
Que reine a vacina (e mais ninguém)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Tratamento precoce não existe?
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
Essa vacina não te pertence, Bolsonaro
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
Covid-19 - Eu testei
Febre, coriza, indisposição e tosse seca; foram estes os sintomas que me levaram à UPA do Belo Horizonte para fazer o teste da Covid-19. Tudo muito rápido e sem fila alguma. Após a triagem, fui encaminhado para o container (hospital de campanha) que fica nos fundos da UPA. Lá, também sem filas; devia ter só uma pessoa antes de mim, pois demorou pouca coisa e já fui atendido. Relatei os sintomas, fizeram algumas perguntas básicas: tem diabetes? Hipertensão? Problemas cardíacos? Alguma alergia? Bebe? Fuma? Já tem candidato a vereador? Brincadeira, não perguntaram isso. Mas enfim, chegou a pior parte, o swab nasal; a amostra tem que ser retirada lá das profundezas do nariz, e isso é bem chato, mas pelo menos é rápido, então acaba sendo algo incômodo, porém suportável. Feita a coleta, é a vez de passar pelo médico e responder às mesmas perguntas. Fui orientado a continuar tomando a Coristina D até parar a coriza, recebi o receituário e lá mesmo tomei a dose única de 6 mg de Ivermectina. Na saída, recebi as cinco unidades de Azitromicina e voltei para casa. O resultado só sai na quarta-feira, mas até lá sigo tomando os remédios e me mantendo isolado do povo.
sábado, 12 de setembro de 2020
O bicho
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Martins e a Covid-19
domingo, 23 de agosto de 2020
Relaxamento
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Enfrentando enfermidades
sábado, 6 de junho de 2020
Presente de Deus para a humanidade?
segunda-feira, 30 de março de 2020
o dilema do confinamento
quinta-feira, 26 de março de 2020
Tenho fé, logo, não serei contaminado?
Nesses tempos difíceis que estamos vivendo, há uma tendência nossa, e muitas vezes em cima daquilo que o mundo propaga sobre os evangélicos, de adotarmos a mensagem triunfalista que coloca o crente acima do bem e do mal e imune aos problemas deste mundo. Por certo, de acordo com as Escrituras, sabemos que a igreja é triunfante; em 2Co 2:14 Paulo diz: “Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo”; Jesus referiu-se à igreja triunfante em Mt 16:18 dizendo: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”, isto significa que a igreja é sim vitoriosa e nada nem ninguém pode deter o seu avanço. E mesmo agora, neste momento em que somos impedidos de nos reunir no espaço físico do templo, ainda assim a igreja avança; avança pois ela é viva, atuante... triunfante.
Contudo, a verdade é que temos sim a tendência de achar que o infortúnio jamais chegará à nossa porta, seja por excesso de otimismo ou, como dissemos no início, por causa da mensagem triunfalista que coloca o crente como seres intocáveis; mas quando pensamos assim, especificamente em relação à igreja, muitas vezes impedimos, ou retardamos, por nossa parte, e até de forma inconsciente, que tomemos atitudes proativas em favor de um irmão que está sofrendo ou em relação àqueles que se encontram carentes, desamparados, ou passando por dificuldades.
Hoje estamos impedidos de nos reunir como igreja, e isso choca os triunfalistas de plantão como se algo assim jamais pudesse acontecer. Todavia, é justamente diante dessas situações difíceis, e até mesmo repentinas, que precisamos buscar a orientação de Deus e o discernimento da Palavra para sabermos como lidar com as circunstâncias que se apresentam e quais atitudes devemos tomar. Ou seja, é justamente em momentos assim que entra aquilo que Deus requer de cada um de nós: a fé. A fé precisa estar atuante, direcionada unicamente a Deus, mas também exercitada de forma racional; a fé não é um super poder que nos isenta dos males deste mundo, mas é ela, a fé em Deus, a confiança Nele e a certeza de que o Senhor está sempre conosco e que nada foge ao Seu controle que nos dá condições de superarmos as adversidades e vencermos os problemas.
Então, exerça a sua fé, confie em Deus, pois Ele é o nosso socorro na hora da angústia (Sl 46:1); sabendo disto, entregue o seu caminho ao Senhor e deixe que o mais Ele fará (Sl 37:5). Como? Lançando sobre Ele todas as suas ansiedades (1Pe 5:7) e, pela oração e súplica, dando graças ao Senhor, apresente a Ele as suas petições (Fp 4:6). Porém, veja que isso não significa abandonar o senso de responsabilidade ou deixar de fazer o que lhe compete com relação às precauções e cuidados que devem ser tomados, mas que você não deve se deixar levar por preocupações excessivas e inquietantes. Por fim, quando compreendemos essa informação, enchemo-nos de paz, ânimo, consolo, esperança... Pois Jesus nos avisou e a Palavra de Deus nos fala sobre isso, que teremos aflições, mas somos mais que vencedores.
Baseado na mensagem do Pr. Antônio Tadeu na Live de quarta-feira, 25 de março de 2020, culto de oração (online) da Igreja Batista Fundamentalista.
quarta-feira, 25 de março de 2020
Quero ficar em casa
Quero permanecer em casa sim, mas quero que os postos de combustíveis estejam abertos com frentistas prontos para me servir. Quero ficar em casa, mas sabendo que os supermercados estão abertos e os atendentes estão lá cuidando de tudo, despachando e repondo os estoques para que não haja pânico por falta de alimentos. Quero ficar em casa, mas quero que o porteiro do meu prédio e o zelador estejam trabalhando, afinal eles não têm contato direto com a gente, né? Quero ficar em casa, mas acho que os motoristas de ônibus precisam continuar transportando quem não pode ficar em casa. Pois é, infelizmente, alguém tem que trabalhar. Quero ficar em casa, mas o farmacêutico e os balconistas precisam estar lá para atender às pessoas, vai que alguém fique doente e precise de remédio? E nem preciso falar do pessoal da saúde; ontem bati palmas por eles da minha varanda e até diz uma oração. Quero ficar em casa, claro, mas Deus o livre se os caminhoneiros pararem; imagina o caos? Iria faltar tudo. Quero ficar em casa e acho até que os policiais devem estar nas ruas colocando as pessoas para dentro de suas casas e garantindo a nossa segurança. Em casa sim, mas, helloooo… a coleta de lixo tem que estar em dia pelos garis, sabe como é, lixo acumulado pode provocar infestações e proliferar doenças.
Quer ficar em casa? Tudo bem, é um direito seu, mas será que a vida dos outros vale menos que a sua? Por que eles são obrigados a trabalhar para seu conforto mesmo num momento como esse? São essenciais para a sociedade? Ok, mas e quanto à essência deles para as próprias famílias?
Considerando tudo isso, começo a considerar o seguinte raciocínio: "Isolamento social sim, mas para grupos de riscos; precauções conscientes sim, e para todos". Que Deus nos proteja.
Baseado em uma mensagem anônima que circulou pelo WhatsApp.
terça-feira, 24 de março de 2020
Coronavírus: Estamos mesmo no caminho certo?
Estamos diante de um período de incertezas no qual assistimos atônitos aos governos do mundo adotarem medidas draconianas de controle social e interferência direta na economia e no setor privado. Medidas de contenção à disseminação do Coronavírus têm fechado não somente escolas, clubes e igrejas, mas interrompido o comércio, a indústria e até a livre circulação de pessoas. O impacto que tais medidas terão na população é uma grande incógnita; problemas associados à isso, como transtornos psicológicos, traumas, suicídios, etc., num momento próximo, poderão representar um problema tão grande quanto o Covid-19, e, por enquanto, resta-nos manter a confiança em Deus e cuidarmos de nós mesmos e de nossas famílias, pois, como podemos ver, as autoridades locais apenas fingem que sabem o que estão fazendo enquanto atuam como déspotas ao som dos tambores da mídia.
E tudo isso pra quê? "Achatar a curva"; a ideia de evitar uma sobrecarga no sistema de saúde foi amplamente divulgada pela mídia e em pouco tempo todos nós passamos a carregar na mente a imagem visual do que isso representa, um achatamento gráfico que mantém o número de casos dentro do limite máximo de atendimento do sistema de saúde, em contraste com o pico de casos que extrapolam em muito a capacidade de atendimento e gera milhares de mortes em pouco tempo. Contudo, achatar a curva significa manter os hospitais sobrecarregados por um longo período; e há um fator humano aí, as pessoas que trabalham nos centros de atendimento médico e poderão simplesmente não suportar todo esse stress. Além disso, outras doenças e urgências precisarão de atendimento: derrames, infartos, infecções, etc. Males que matam tanto ou mais que o Coronavírus, ou seja, tudo é incerteza, e o fato é que o tal achatamento pode até piorar a situação provocando ainda mais mortes.
É preciso levar em conta que, considerando toda a população, em todas as faixas etárias, há uma estimativa de que a taxa de letalidade do SARS-CoV-2 seja de menos de 1%, ou seja, se essa taxa estiver correta, trancar o mundo pode ter conseqüências sociais e financeiras potencialmente desastrosas e pode ser totalmente irracional. É como um touro sendo atacado por abelhas; amedrontado e tentando se livrar do enxame, ele corre em direção a um penhasco… e morre.
Torcemos para que o pior não advenha e que o isolamento social funcione de acordo com a teoria em que se propõe; sem danos maiores à população e possibilidade de rápida retomada da economia, mas entendemos que depositar todos os ovos numa única cesta dificilmente (ou nunca) será uma boa estratégia.
Baseado no artigo A fiasco in the making? As the coronavirus pandemic takes hold, we are making decisions without reliable data.
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