Febre, coriza, indisposição e tosse seca; foram estes os sintomas que me levaram à UPA do Belo Horizonte para fazer o teste da Covid-19. Tudo muito rápido e sem fila alguma. Após a triagem, fui encaminhado para o container (hospital de campanha) que fica nos fundos da UPA. Lá, também sem filas; devia ter só uma pessoa antes de mim, pois demorou pouca coisa e já fui atendido. Relatei os sintomas, fizeram algumas perguntas básicas: tem diabetes? Hipertensão? Problemas cardíacos? Alguma alergia? Bebe? Fuma? Já tem candidato a vereador? Brincadeira, não perguntaram isso. Mas enfim, chegou a pior parte, o swab nasal; a amostra tem que ser retirada lá das profundezas do nariz, e isso é bem chato, mas pelo menos é rápido, então acaba sendo algo incômodo, porém suportável. Feita a coleta, é a vez de passar pelo médico e responder às mesmas perguntas. Fui orientado a continuar tomando a Coristina D até parar a coriza, recebi o receituário e lá mesmo tomei a dose única de 6 mg de Ivermectina. Na saída, recebi as cinco unidades de Azitromicina e voltei para casa. O resultado só sai na quarta-feira, mas até lá sigo tomando os remédios e me mantendo isolado do povo.
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