13 de março de 2020, a Itália ultrapassava a marca das mil mortes por Covid-19; matéria da BBC amplamente divulgada pela mídia: "Médicos poderão ter que escolher quem vive e quem morre". No Brasil, recém saído do carnaval, nenhuma medida restritiva havia sido adotada ainda. Hoje, com mais de 10 mil brasileiros mortos, nos espantamos menos com o número de vítimas do que com o autoritarismo e a roubalheira promovida por governadores e prefeitos que, a pretexto de salvar vidas, fecham rodovias, prendem cidadãos e torram os recursos públicos em compras superfaturadas e equipamentos inadequados que muitas vezes sequer são entregues. Não sei se os médicos italianos estão tendo que fazer essas escolhas, mas sei que as escolhas que fazemos no dia das eleições podem representar a boa vida de uns às custas da morte de milhares.
segunda-feira, 11 de maio de 2020
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