quinta-feira, 9 de abril de 2020
Saindo da caverna - de novo
A aventura de hoje foi ir ao supermercado comprar alguns alimentos perecíveis, afinal não dá pra viver só de cuscuz com sardinha. Cheguei pouco mais de 8h e já havia bastante gente, mas como o supermercado é grande, a densidade populacional no seu interior era baixa. Na entrada, um funcionário aplicava álcool 70º nas mãos das pessoas e na barra do carrinho, e fazia o controle de entrada - uma pessoa por família - mas vi quando um casal insistiu pra entrar junto: "eu vou passar o cartão e ela vai escolher", disse o cidadão que acabou sendo liberado após o rapaz consultar o seu superior. Dentro da loja, muita gente usando máscara; na vez anterior que eu fui, as pessoas de máscara se destacavam, hoje são as pessoas sem máscara que se destacam. Bom seria que todos colaborassem e usassem. Nos caixas, a distância maior entre os carrinhos e as pessoas faz com que as filas fiquem enormes, mas isso não é um problema; na hora de passar as comprar, pedi que a funcionária higienizasse as mãos e ela prontamente atendeu com bastante simpatia. Com relação aos preços, como era de se esperar, eles subiram, principalmente os hortifrutigranjeiros, mas não há o mínimo sinal de um possível desabastecimento. No geral, a experiência não foi ruim como no dia 22 de março; pelo contrário, senti até uma certa sensação de segurança. Chegando em casa, aquele processo, mas até que foi tranquilo; acho que estamos nos adaptando à situação. O ruim foi que eu saí pra comprar duas bandejas de ovos, botei três ou quatro coisas e deu mais de 90 reais.
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